IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA - AMADORA
As primeiras reuniões realizadas na Amadora tiveram lugar na Rua 1° de Maio, em casa dos Irmãos Marques. Iniciou este trabalho o Pastor Marcelino Viegas que, mais tarde, também alugou a primeira sala para evangelismo público. Esta sala situava-se na Rua de Macau, no Bairro do Bosque.
Algum tempo depois o Pastor Viegas era substituído pelo Pastor Martinez, que foi seguido pelos Pastores Joaquim Dias e Abílio Echevarria, todos eles com outras responsabilidades na Obra, o que os impedia de se dedicarem inteiramente ao trabalho nesta localidade.
O grupo de membros da Amadora estava ligado à igreja de Alvalade, passando a organizar-se, eles próprios, como igreja, no ano de 1963, altura em que o Pastor José Júlio Pires, já aposentado, aceitou o convite de aqui trabalhar juntamente com a sua mulher, obreira bíblica.
Vindo a tornar-se pequena a primeira sala existente, alugou-se a sala na Rua da Aviação Portuguesa, nº 4 A e B, na Reboleira, tendo a inauguração sido efectuada em 23 de Janeiro de 1965.
Pela graça de Deus, dentro de pouco tempo também esta sala se tornava pequena, o que levou a Associação Portuguesa a comprar, em regime de propriedade horizontal, um rés-do-chão e uma cave, na Rua 1º de Maio, 27-A. A inauguração efectuou-se em 19 de Setembro de 1970.
Em 1976, o aumento progressivo de membros, jovens e visitas, levou-nos a reabrir a sala da Reboleira, que nos últimos anos funcionava como arrecadação de roupas do Centro de Assistência da Associação Portuguesa.
Entretanto a Igreja foi-se desenvolvendo sob a orientação do pastor José Júlio Pires, já referido.
Após o seu falecimento, a sua esposa, irmã Maria Augusta Pires colaborou activamente com aqueles que vieram depois, até que, como a Igreja fosse crescendo, houve a necessidade de abrir uma nova sala em Queluz, para onde foram transferidos alguns membros deste Igreja, entre eles a irmã Maria Augusta Pires, com a incumbência de ajudar na implantação e desenvolvimento desta nova Igreja.
Vários foram os pastores que por aqui passaram, entre eles, para além dos já mencionados: António Baião, Sérgio Teixeira, Júlio Cardoso, Eduardo Graça, Joaquim Casaquinha, Jorge Duarte e, actualmente, Daniel Esteves.
Em virtude do seu crescimento, houve necessidade de (como já foi dito) reabrir a sala da Reboleira e mais tarde abrir uma nova Igreja em Queluz e, muito recentemente, (2006) outra no Cacém. De alguma forma, está ligada ainda, à formação da Igreja de Sintra.
Em 1963, ao ser inaugurada, eram cerca de vinte membros. Hoje, pela graça de Deus, a depois das “sangrias” resultantes da formação das outras Igrejas, somos 282.
Amadora
- Domingo, 22 Novembro 2009 13:53
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