O que é o conflito conjugal ?
O conflito conjugal é todo o acto que põe em causa a comunalidade de um casal nas áreas física, espiritual, psicológica e social sem o acordo e aceitação de ambas as partes.
A comunalidade é um conceito básico para a resolução dos conflitos. Ela resulta do facto de que um enlace matrimonial reside na vontade que os membros do casal têm de viver uma vida comum. Para que tal aconteça existem compromissos que devem ser conseguidos e garantidos na fase de preparação para o casamento, evitando assim o surgimento posterior de divergências nessa comunalidade.
Quadro A: O que deve ser e não deve ser dito relativamente aos conflitos
| O que deve ser dito | O que não deve ser dito |
| O conflito faz parte da vida, mesmo da vida dos cristãos convertidos |
Um cristão convertido não entra em conflito com ninguém |
| O conflito não é necessariamente negativo, ele deve ser encarado de frente e pode ajudar a crescer e a aumentar a união do casal |
O conflito é uma coisa diabólica |
| O conflito é consequência de uma perda de comunalidade e por isso ele exige um processo de negociação para recuperar o centramento do casal nos seus interesses comuns |
Não há nada a fazer, senão separarmo-nos |
Inter-agindo:
Preenche a ficha das comunalidades tornando assim evidentes os elementos que unem o casal. Partilha a tua lista e analisa-a depois em diálogo franco e aberto com o teu/tua parceiro/a, garantindo assim a base comum sobre a qual o teu futuro será construído.
Nem todos os conflitos são iguais. É possível caracterizar os conflitos de modo triatómico: existem os conflitos agudo-catastróficos (consequência de crises ou acontecimentos stressantes que afectam o casal com uma premência que exige uma resposta imediata); conflitos crónicos (resultante de condições stressantes cíclicas); conflitos endémicos (caracterizados por uma condição de mudanças abundantes e constantes, solicitações, ameaças ou privações, usualmente de pouco impacto mas acompanhando os acontecimentos do dia a dia) (FRIED, 1982, p.5, adaptado).
Enfatizando as diversas origens do conflito nos factos de ordem económica, social, físico-ambiental, psicológica, sexual ou fisiológica (entre outras), é importante ter em conta o seu potencial cumulativo e o impacto consequente, reflectindo-se em alterações do comportamento insuspeitáveis.
Por: Luís Nunes
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